Trabalhador que morreu em queda de prédio usava cinto, mas não estava preso à linha de vida

O trabalhador José Ricardo Martins, de 44 anos, que morreu após um grave acidente em uma obra no Centro de Campo Grande, utilizava cinto de segurança, porém o equipamento não estava conectado à linha de vida, sistema de proteção que evita quedas em serviços realizados em altura.

A informação foi confirmada nesta terça-feira (7) pelo presidente do Sindicato da Construção Civil de Campo Grande, José Abelhaneto.

Segundo ele, embora o trabalhador estivesse com o Equipamento de Proteção Individual (EPI), o cinto não estava acoplado ao cabo de segurança instalado na estrutura da obra.

José Ricardo, conhecido como “Galo Cocó”, trabalhava no 19º andar de um prédio em construção, localizado no cruzamento das ruas Amazonas e 13 de Maio, quando parte da laje cedeu.

Com o desabamento, o andaime também caiu e o operário acabou sendo atingido por outra estrutura, ficando soterrado pelos escombros.Equipes do Corpo de Bombeiros foram acionadas, mas a morte foi constatada ainda no local.

De acordo com o Sindicato da Construção Civil, a empresa responsável pela obra já entrou em contato com a família da vítima e ofereceu apoio para os procedimentos de velório e sepultamento.

A entidade também informou que prestará assistência aos familiares durante este momento de luto.

Tatiane Linhares Vicente, com informações de Top Mídia News

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