Com a rejeição ao nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, passou a circular nos bastidores de Brasília a possibilidade de indicação da ex-ministra Simone Tebet para uma vaga no Supremo Tribunal Federal.
Integrantes do governo e membros do PT têm mencionado Tebet como alternativa viável. Atualmente pré-candidata ao Senado por São Paulo, ela já havia sido lembrada anteriormente para o cargo e conta com boa aceitação tanto entre parlamentares quanto dentro da própria Corte, incluindo ministros como Gilmar Mendes e Flávio Dino.
Nos bastidores do Palácio do Planalto, a avaliação é de que a escolha de Tebet poderia ajudar a reduzir resistências, especialmente do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, viabilizando a realização de uma sabatina antes do período eleitoral.
Outro fator que pesa a favor da ex-senadora é a relação construída com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que já demonstrou confiança em sua atuação nos últimos anos.
Apesar das especulações, Tebet ainda não foi oficialmente consultada sobre a possibilidade e tem sinalizado preferência por disputar uma vaga no Senado, onde aparece bem posicionada em pesquisas.
Enquanto isso, Lula segue sem decisão final sobre a indicação. Nos bastidores, cresce a orientação para que o presidente escolha uma mulher para o posto. Além de Tebet, também são mencionadas a advogada Carol Proner e a procuradora Manuellita Hermes Rosa Oliveira Filha, ligada à AGU.
João Maria Vicente, com CNN
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