“Elevamos nossa voz para protestar contra o genocídio em curso; unimo-nos ao Papa Leão XIV no apelo por um cessar-fogo duradouro e pela libertação de reféns, incluindo aqueles mantidos em detenção administrativa”, instam os bispos. “Sabemos muito bem que nossas orações e solidariedade devem ser acompanhadas de ação. Apelamos para ações não violentas, boicotes em diversas áreas, protestos e denúncias da disseminação da guerra por todo o Oriente Médio”, ressaltam os prelados da África austral