Com vendas de 3,3 milhões de toneladas e receita de R$ 11,6 bilhões, a líder global em celulose demonstra resiliência operacional e avança em sua expansão internacional.
A Suzano encerrou o segundo trimestre de 2026 (2T26) com forte desempenho financeiro e operacional. Impulsionada pela alta nos preços e pelo avanço nas vendas, a companhia atingiu um EBITDA ajustado de R$ 4,7 bilhões e receita líquida de R$ 11,6 bilhões — superando os indicadores do trimestre anterior, mesmo diante da pressão nos custos com insumos e petróleo.
Destaques do Trimestre (2T26):
- Volume de vendas: 3,3 milhões de toneladas (2,9 mi de celulose e 406 mil de papéis).
- Lucro líquido: R$ 1,8 bilhão.
- Geração de caixa operacional: R$ 2,9 bilhões.
- Custo caixa de produção: R$ 843 por tonelada (ex-paradas), mantendo estabilidade frente ao 2T25.
Apesar do cenário de volatilidade cambial, a empresa encerrou o período com alavancagem de 3,4x (dívida líquida/EBITDA em dólar), focando na disciplina de capital e redução do endividamento.
“Entregamos um trimestre sólido. Seguimos focados na eficiência operacional e na redução do endividamento para reforçar nossa competitividade e capturar valor dos investimentos já realizados”, destaca Beto Abreu, presidente da Suzano.
Expansão Global com a Arbex
Alinhada à sua estratégia de crescimento, a Suzano concluiu, em julho, a compra de 51% da Arbex — nova gigante de tissue criada em parceria com a Kimberly-Clark por US$ 1,3 bilhão. Com 22 fábricas em 14 países, os resultados da Arbex passam a ser consolidados no balanço da companhia a partir do 3T26.
João Maria Vicente, com Assessoria de Comunicação
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