Blitz contra “Canetas Emagrecedoras” Clínica de Luxo é Alvo de Força-Tarefa

Uma operação conjunta de grande escala movimentou a Rua Joaquim Murtinho na manhã desta quinta-feira (14).

A Clínica, especializada em emagrecimento, tornou-se alvo de uma investigação que apura a procedência e a legalidade dos medicamentos utilizados em seus procedimentos estéticos e metabólicos.​

O Cerco à Clínica​

A ação foi motivada por denúncias encaminhadas à Vigilância Sanitária e contou com um verdadeiro “exército” de fiscalização. Equipes chegaram ao local antes da abertura, por volta das 08h30, e mobilizaram os seguintes órgãos.

DECON Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes contra as Relações de Consumo.

PROCON e Vigilância Sanitária,verificação de validade, armazenamento e direitos do consumidor.

CRM (Conselho Regional de Medicina) Fiscalização da conduta ética e prática médica.​

O Foco da Investigação​

O ponto central da perícia é a origem de medicamentos de alta demanda, como as famosas “canetas emagrecedoras”.

Os agentes buscam comprovar a rastreabilidade desses produtos, verificando se possuem notas fiscais e registro na Anvisa, ou se são substâncias sem origem comprovada (clandestinas).​

A Defesa do Médico

​Em resposta à operação, o médico responsável, negou veementemente qualquer irregularidade.

Em declaração, ele afirmou

Todos os fármacos utilizados possuem documentação, rastreabilidade e seguem as normas da Anvisa.​

Exposição

O médico acredita que, por ter grande visibilidade e exposição pública, acaba se tornando alvo frequente de denúncias infundadas e questionamentos.​

Próximos Passos​

O Procon informou que o balanço oficial das apreensões e possíveis infrações só será divulgado após a conclusão das vistorias no interior do estabelecimento.

Caso sejam encontrados medicamentos irregulares, a clínica poderá sofrer desde multas pesadas até a interdição das atividades.​

Nota

Até o momento, a operação segue em andamento no local.

Os detalhes sobre o que foi encontrado serão cruciais para definir se houve crime contra a saúde pública ou se a clínica está em total conformidade.

Tatiane Linhares Vicente, com informações de Campo Grande News

Foto:Ilustrativa