Em sessão extraordinária realizada nesta quinta-feira (1º), a Câmara Municipal de Campo Grande definiu por unanimidade a composição da Mesa Diretora para o biênio 2027-2028. A votação contou com o apoio de todos os 29 vereadores presentes, garantindo a continuidade do trabalho legislativo até o fim da atual legislatura.
Com o resultado, o vereador Epaminondas Neto, o Papy, segue no comando da Casa. A nova formação traz pequenos ajustes no corpo diretivo: o vereador Dr. Lívio assume a 1ª vice-presidência, enquanto a vereadora Ana Portela (PL) passa a ocupar a 2ª vice-presidência na vaga anteriormente ocupada por André Salineiro (PL). O vereador Neto Santos permanece como 3º vice-presidentes, e os cargos de secretários continuam sob o comando de Carlos Augusto Borges, o Carlão (1º), Luiza Ribeiro (2ª) e Ronilço Guerreiro (3º).
Adequação jurídica e independência
A convocação da nova eleição atendeu ao artigo 17 do Regimento Interno e à Resolução nº 1.440/2026, cumprindo diretrizes do Judiciário quanto ao calendário eleitoral das casas legislativas. Papy destacou que a estrutura e a coesão do grupo mantêm-se alinhadas à decisão tomada originalmente pelo parlamento:
”Nós não tivemos nenhum tipo de alteração, nem da forma de conduzir a Casa, nem do comportamento dos colegas, mas cumprindo as determinações judiciais. A Câmara vai se adequando aos novos formatos e à nova forma de pensar do Judiciário Brasileiro em relação ao tempo das eleições.”
Metas: fiscalização, independência e transparência
Durante o pronunciamento pós-pleito, o presidente reeleito reforçou a postura autônoma do Legislativo municipal diante do Poder Executivo, citando a atuação firme da Casa na aprovação de requerimentos e na derrubada de vetos.
No âmbito administrativo, Papy enfatizou o compromisso com a eficiência, celeridade processual e valorização dos servidores, destacando os avanços na gestão dos dados públicos:
- Selo de Transparência: A Casa alcançou a “Nota Ouro” em ranking nacional de transparência e busca recorrer para obter o nível “Diamante”.
- Autonomia política: Fortalecimento dos mandatos com papéis bem definidos entre base e oposição.
- Fiscalização: Ampliação dos mecanismos de controle sobre as ações do Executivo municipal.
João Maria Vicente, com Assessoria de Comunicação
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